sexta-feira, 26 de maio de 2017

Central Park

Segundo dia em Nova York e já recuperadas da viagem, acordamos dispostas e seguimos para o Central Park, mas não sem antes tomarmos o café da manhã no The Plaza Food Hall - dica maravilhosa que ganhamos da nossa amiga Carol do NYlikealocal - site que vale a pena conferir, pois tem muitas dicas gastronômicas e de lugares maravilhosos que são desconhecidos pelos turistas e que nós, é claro, fomos conferir. 




O The Plaza Food Hall é uma praça de alimentação localizada no Hotel Plaza, fica quase em frente a uma das entradas do Central Park (não me pergunte se a leste, oeste, norte ou sul, o parque é gigante eu lá entendo de pontos cardeais), mas enfim, localizada na 58 St, quase esquina com a 5th Avenue tem varias opções para um bom café da manhã e uma infinidade de doces de dar água na boca, o preço é razoável e o ambiente ótimo. Nós também indicamos.


Que tal seguirmos para o objetivo principal desta postagem? Sim, o Central Park, uma das principais atrações de Nova York e que fica localizado no meio de Manhattan. A grande área verde recebe diariamente milhares de visitantes e oferece um infinidade de atrações. 




Seguindo as dicas de alguns sites alugamos bicicletas para conhecer o parque e já vou alertando, não é uma boa decisão, pois com as bikes só podemos andar pela ciclovia que circunda todo o parque, sendo que cada atração que parávamos para conhecer precisávamos achar um lugar para prender a bicicleta e fazer o resto a pé. A única coisa boa de alugar uma bicicleta é o exercício físico, pois acabamos fazendo todo o Central Park com ela, mas para visitar as atrações você consegue, perfeitamente, ver tudo, caminhando. 

Existem tours guiados, mas como não gostamos de ficar vinculadas a um guia que não para de falar, seguimos o mapa do parque e visitamos vários lugares, quais sejam:
The Mall: iniciamos a visita por esta larga "avenida verde" no interior do Central Park, onde esculturas de vários compositores, escritores e personagens da história americana podem ser vistas. 


Bethesda Fountain and Terrace: um dos atrativos mais visitados do parque, palco de vários filmes você vai sentir-se num set de filmagens, aqui durante todo o dia há apresentações de músicos e artistas que ficarão felizes com a sua gorjeta. 




The Bow Bridge: sem sombra de dúvida a ponte mais famosa do Central Park, outro cenário cinematográfico, aproveitamos para tirar muitas fotos, ver os barcos que passeavam pelo lago e ainda morrer de inveja dos casais apaixonados (rs). 




Ramble: quer fotos fabulosas? Esse é o lugar, são inúmeras trilhas tranquilas que levam ao lago e que que nos surpreendem com paisagens lindas de Manhattan.


Belvedere Castle: castelo construído em no século XIX que oferece uma bela vista do parque, suba até o segundo andar e se encante, aqui músicos tocam melodias clássicas durante todo o dia, conferindo charme especial ao local.




Shakespeare Garden: antes de chegar ao castelo há o Jardim de Shakespeare, que na primavera fica alegremente florido, colorindo o Central Park de forma espetacular.


Strawberry Fields: quando chegamos na altura da 72St já podemos ver de pertinho o Dakota Building, edifício onde residia o músico John Lennon, bem como onde foi assassinado. Nesta entrada do parque há a indicação do Strawberry Fields, área criada em homenagem ao Beetle, lá o mosaico com a palavra IMAGINE encontra-se grafado no chão, local de intenso movimento, onde fãs do cantor deixam flores e prestam suas homenagens, sempre há alguém cantando músicas da banda, o que deixa tudo bem característico. 


Foram tantas coisas que vimos no Central Park que eu poderia passar horas escrevendo, mas como a postagem já está bem longa vou postar, ainda, algumas fotos lindas que tiramos, realmente paisagens que ficarão guardadas na memória. 




Ah meu Deus!!! Não posso esquecer: é obrigatório comer um hot dog vendido nas barraquinhas do Central Park, isso é tradição, e acreditem ou não, parece que o sabor é bem melhor, afinal estamos falando de um dos parques mais famosos do mundo. 


E com essa foto hilária "atracada no dogão" eu encerro o post, espero que tenham gostado das dicas e que elas sejam válidas a todos que ainda não conhecem Nova York! E para conhecer um pouco da paisagem de inverno do Central Park clique aqui

Nem todas as fotos deste blog são de minha autoria, caso deseje os créditos por alguma foto ou a sua remoção favor encaminhar e-mail para: crisianiii@hotmail.com

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Top of the Rock

Pois então querido leitores, hora de iniciarmos os relatos das nossas maravilhosas férias na Big Apple. Foram oito dias fenomenais e resolvemos explorar a cidade de um modo diferente, passamos sim pelas atrações principais e tradicionais, mas também exploramos os pontos que os novaiorquinos mais frequentam, passeios no estilo "like a local", afinal Nova York não é apenas Estátua da Liberdade e Central Park. 


Chegamos logo após ao meio dia em Nova York, fomos para o hotel e mesmo um pouco zonzas da viagem saímos explorar as redondezas. Como estávamos hospedadas perto do Rockefeller Center o complexo foi nosso primeiro ponto de partida, onde retiramos o carnê do New York CityPASS e já subimos para o topo do GE Building, onde fica um dos melhores observatórios de toda Manhattan. 



Um pouco de história: "O GE Building foi inaugurado em 1933, sendo um dos maiores arranha-céus da época, com 70 andares e 259 metros de altura. Em 1985, o prédio ganhou o título de prédio histórico de NY, o que o elevou ao patamar dos edifícios mais importantes da cidade. Entre os andares 67 e 70 do GE Building, se encontra o observatório Top of the Rock, um ponto turístico cada vez mais aclamado pelos visitantes nos últimos anos. Moderno e com uma estrutura impressionante, o local passou por um longo processo de reformas, finalizado recentemente em 2005, período no qual o observatório foi reaberto ao público, possibilitando uma visão ainda melhor e mais ampla da ilha de Manhattan." (Fonte: https://novayork.com/top-of-the-rock)



O observatório oferece vista de 360 graus e assim temos uma pequena noção da dimensão de Nova York, a cidade de mil atrações e que não dorme jamais. 


Quem já visitou Nova York no inverno teve a oportunidade de conhecer a pista de patinação montada no Complexo Rockeffeler, bem como a gigante árvore de natal, tradicional por lá. Mas agora em maio, como a cidade vive e respira a primavera o gelo deu lugar às flores coloridas e a um lindo e agradável restaurante ao ar livre, onde as pessoas aproveitam para apreciar suas taças de vinhos. Chique não? 



Ao visitar o complexo vale a pena dar uma passadinha na Loja da Lego para se encantar com as montagens perfeitas que fazem da cidade e também na majestosa Catedral de Saint Patrick, algo que remete a recordações de muitos filmes famosos gravados no local.



Antes de finalizar o post quero dar uma dica para quem pretende visitar Nova York: adquirir o New York CityPASS é um ótimo negócio, além de economizarmos cerca de 42% pudemos escolher quais as atrações que realmente nos agradavam, e em que tempo fazê-las, e tem pacotes para todos os gostos, basta escolher o melhor e se jogar na aventura.


Esta foi a pitadinha inicial das nossas férias em NY, aguardem que temos muitas histórias e dicas maravilhosas para passar. 

sábado, 4 de março de 2017

Ilha do Campeche

Não é de hoje que a Ilha da Magia me surpreende, é um dos poucos destinos que eu não canso de retornar, simplesmente pelo fato de valer a pena. E neste início de ano não foi diferente, fazia tempo que eu e a Daia queríamos conhecer a Ilha do Campeche, mas por questões de mobilidade nunca conseguíamos, afinal Florianópolis ferve na alta temporada de verão. Foi então que encaramos o desafio de atravessarmos a Capital para conhecermos um dos lugares, que na minha opinião, é um dos mais lindos do mundo - a Ilha do Campeche!

(Praia da Armação - saída do barco para a Ilha)

Como já citei acima, locomover-se em Florianópolis no verão, em especial no feriado de Carnaval, é algo complicado, então optamos por contratar o passeio numa agência de viagens o que foi uma decisão acertada, pois quando chegamos na Praia da Armação para pegarmos o barco para a Ilha do Campeche muitas pessoas voltavam pra casa, pois não haviam feito reserva e a capacidade da Ilha já estava esgotada - são permitidas 800 pessoas por dia. 




Quando chegamos o tempo estava meio nublado, mas logo abriu e revelou a real beleza de tudo, eu me senti no Caribe, o mar é transparente, e como a Ilha é local de preservação ecológica, tendo em vista as transcrições rupestres que constam nas rochas, aproveitamos a oportunidade para escolher uma das trilhas guiadas e assim apreciar detalhadamente as maravilhas naturais.




Escolhemos a Trilha da Pedra Fincada, pois como as saídas dos barcos são agendadas estávamos com o tempo curto. Aliás, alguns aspectos relevantes para quem pretende visitar a Ilha devem ser frisados: não há lixeiras no local, então todo lixo produzido deve ser recolhido e levado embora juntamente com o visitante; os barcos que saem da Praia da Armação aguardam até 15h para retornarem e fique atento, pois só consegue-se retornar no mesmo barco da ida; há apenas um restaurante na Ilha do Campeche e não aceita cartão de crédito ou de débito, então se a intenção é almoçar ou petiscar, leve dinheiro; existem saídas de bote pela Praia do Campeche, esses sim aguardam até 17h para retornar; são várias as trilhas guiadas, programe-se e escolha a que mais lhe agradar e divirta-se!


Dicas válidas: leve repelente, filtro solar, chapéu/boné, óculos de sol, toalha, roupas leves e água. O passeio que contratamos custou R$ 130,00 incluindo transporte terrestre e aquático (ida e volta), saindo de Canasvieiras (norte da Ilha). O local não é indicado para quem tem crianças, pois não possui infraestrutura adequada para isso, afinal desgraçar-se em um barco com caixas de isopor, um milhão de sacolas, crianças a tiracolo além de ser um transtorno pessoal acaba atrapalhando todos os visitantes, vimos alguns casos e acreditem é uma DESGRAÇA, mas há quem se arrisque!




Todas as fotos aqui postadas são sem filtro, provando assim, que o lugar é paradisíaco, um passeio realmente fantástico e pretendemos voltar em baixa temporada para explorarmos com mais tempo todas as maravilhas que a Ilha do Campeche oferece e como a atuação humana é limitada a Ilha é um verdadeiro pedaço do paraíso na Terra. 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Praia do Rosa

Há cerca de sete ou oito anos nunca eu aceitaria a proposta de passar alguns dias em meio à natureza e num lugar tão rústico como a Praia do Rosa, mas como as mudanças são responsáveis pela nossa evolução aceitei o desafio e juntamente com minha parceira de viagem - Daia Graboski - "garrei" o estradão rumo ao Litoral Sul de Santa Catarina. 




Não vou negar que quando cheguei me assustei com a estrutura precária das ruas do povoado, mas tudo foi superado quando me deparei com as paisagens que podem ser observadas dos restaurantes e das trilhas. Eu e a Daia ficamos na Pousada Morro das Palmeiras, um lugar bem agradável, com cabanas individuais bem grandes, com varanda, rede e área de lazer com piscina, nossa cabana era tão grande que tinha lugar para doze hóspedes, então o lugar é ideal também para passar uma temporada com amigos ou familiares. 


No primeiro dia aproveitamos a manhã nublada e fomos fazer a Trilha da Praia Vermelha, entre altos e baixos subimos e descemos a montanha até encontrarmos uma vista fantástica e uma praia deserta e paradisíaca, eu que não sou acostumada com esse tipo de aventura achei a trilha tranquila, embora creia que em dias de sol seja bem difícil o percurso, por causa dos mosquitos e incidência solar, então prevenção é tudo, chapéu, óculos de sol, filtro solar, água e muito repelente. 




Após um dia de atividades intensas resolvemos jantar no, que na minha opinião, é o melhor restaurante do Rosa, o Tigre Asiático, especialista em culinária tailandesa (minha predileta) superou nossas expectativas, com certeza um lugar que vale a pena conhecer. 


Outros restaurantes que indico são: Restaurante Urucum e Lua Marinha, o primeiro fica no alto e tem uma das mais belas vistas da praia e o segundo fica às margens da Lagoa Ibiraquera, cada qual com seu charme e culinárias típicas agradam aos mais diversos paladares. 




Não importa a pretensão, passar férias, curtir trilhas selvagens, fazer um roteiro gastronômico ou apenas descansar, a Praia do Rosa é o lugar perfeito, estacione o carro no hotel e esqueça ele, tudo é pertinho e a intenção é essa mesmo, curtir pra valer a "vibe huts" que o pequeno povoado oferece.